quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Reação de jornalistas da GloboNews ao noticiar o Ibope vira meme nas redes sociais

Internautas ironizaram a expressão apática dos jornalistas da Globonews ao noticiarem e analisarem o crescimento de Fernando Haddad (PT) na pesquisa Ibope mais recente
Reação de jornalistas da GloboNews ao noticiar o Ibope vira meme nas redes sociais
A reação de jornalistas da Globonews, canal por assinatura da Globo, ao noticiar a pesquisa Ibope para a presidência divulgada na noite desta terça-feira (18), virou assunto nas redes sociais.
Inúmeros internautas, com memes, fotos e gifs, ironizaram a expressão apática dos apresentadores do programa “Em pauta” quando analisaram o crescimento de Fernando Haddad no levantamento. O candidato do PT saltou de 8% para 19% e se isolou na segunda colocação entre as intenções de voto.
Confira, abaixo, a repercussão.













Haddad na CBN/G1: “A Globo levou 50 anos para reconhecer que foi um erro apoiar golpe militar, que deixou o país nas trevas por mais de 20 anos”

Haddad prometeu ainda que, eleito, mexerá em dois "vespeiros": a taxação dos bancos e a concentração dos meios de comunicação. "São dois cartéis", disse
Haddad na CBN/G1: “A Globo levou 50 anos para reconhecer que foi um erro apoiar golpe militar, que deixou o país nas trevas por mais de 20 anos”

Em entrevista à Rádio CBN/G1, das organizações Globo, Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, afirmou que tem muita gente reconhecendo que foi um erro apoiar o golpe que destituiu Dilma Rousseff (PT), ao comentar sobre os apoios de diversos setores políticos que vem recebendo em sua campanha.
“As organizações Globo levaram 50 anos para reconhecer que foi um erro de ter apoiado o golpe militar, que deixou o país nas trevas por mais de 20 anos. Eu não posso perdoar em 2 anos quem reconheceu que errou?”, indagou o candidato, citanto o mea culpa feito pelo ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati – que em entrevista ao Estadão disse que os tucanos erraram em sabotar o governo Dilma.
Haddad prometeu ainda que, eleito, mexerá em dois “vespeiros”: a taxação dos bancos e a concentração dos meios de comunicação. “São dois cartéis”, disse ele.
Citando a Ação Direta de Inconstitucionalidade movida por jornais brasileiros contra agências internacionais que distribuem conteúdo em português, o petista afirmou: “nós não vamos permitir a cartelização dos meios de comunicação como querem alguns grupos econômicos no Brasil”.

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domingo, 16 de setembro de 2018

Pimentel enquadra jornalista da Globo e faz ele dizer o nome de Lula

Pimentel enquadra jornalista da Globo e faz ele dizer o nome de Lula #EUSOULULA #LULALIVRE #LULA #LULA #LulaManuHaddad
Candidato do PT ao governo de MG e atual governador, Fernando Pimentel foi entrevistado pela TV Globo de Minas, nesta sexta-feira (14). “O senhor tem falado muito e a gente tratou aqui dessa questão nacional, do…. do… de quem seria o candidato do partido e da justiça…”, dizia o jornalista, quando Pimentel interrompeu: “Você está falando do Lula, pode falar o nome dele”.
Pimentel, que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, de 2011 a 2014, no governo da Presidenta Dilma Rousseff, fez o apresentador da emissora falar o nome do ex-presidente e ainda o defendeu: “Vou dizer aos eleitores de Minas, eu sou do campo democrático popular, meu candidato preferido seria o Lula, nesta eleição, infelizmente ele não pode ser candidato porque arbitrariamente o foi retirado esse direito, inclusive contra recomendação da ONU”. Assista à entrevista neste link, e vá ao minuto 7:38

sábado, 15 de setembro de 2018

VÍDEO – mencionada por Haddad no JN, assista o documentário sobre a Sonegação da Globo

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Documentário do DCM de 2015 para você relembrar esse escândalo que Haddad mencionou


VEJA TAMBÈMVideo censurado do Youtube: Garotinho diz ao vivo que Globo sonega impostos

Fonte DCM

Rede Globo se autodescrevendo Direito de Resposta Brizola x Globo

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Cid Moreira, a voz do dono, a voz do Grande Irmão, a voz que surgiu do AI-5, voltou-se contra si mesma. Foi um daqueles momentos que servem como símbolos, como instantâneos da história. Cid Moreira falou, e falou e falou, contra Roberto Marinho. Foram três longos minutos, contra a Globo, no Jornal Nacional. O redator era Leonel Brizola, que ganhou direito de responder ao ataque que havia recebido do mesmo Jornal Nacional, que o chamou de senil. Leia o desfecho acessando AQUI

 Transcrição, na íntegra, do direito de resposta:
“Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui citam o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado perante o povo brasileiro.
Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de ‘O Globo’, fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil.
Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que o use para si.
Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país.
Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval.
Dinheiro, acima de tudo.
Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca. Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior.
E isso é que não perdoarão nunca.
Até mesmo a pesquisa mostrada na quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção.
Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder.
Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo.
Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado.
Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma.
Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência lúcida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros.
Leonel Brizola”

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Haddad foi interrompido 62 vezes no ‘Jornal Nacional’; Alckmin, 17

O ex-prefeito Fernando Haddad, candidato do PT à presidência, foi entrevistado nesta sexta-feira (14) pelos jornalistas do ‘Jornal Nacional’, da Globo. Apesar de suas respostas incisivas, o petista foi o candidato que mais sofreu interrupções entre todos os candidatos entrevistados por William Bonner e Renata Vasconcellos.
Globo golpe a gente se ve por aqui Haddad foi interrompido 62 vezes no ‘Jornal Nacional’; Alckmin, 17

Ao todo, Haddad sofreu 62 interrupções dos "jornalistas". Mais que o triplo de interrupções sofridas por Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano teve sua resposta cortada pelos apresentadores 17 vezes.
O segundo mais interrompido depois de Haddad foi Jair Bolsonaro (PSL): foram 36 vezes.
Confira, abaixo, os tempos de fala de cada candidato e o número de interrupções em suas entrevistas no ‘Jornal Nacional’, de acordo com o levantamento feito pela Fórum.
Fernando Haddad (PT) – 62 interrupções e 16m 05s de fala
Jair Bolsonaro (PSL) – 36 interrupções e 16 m 47s. de fala
Ciro Gomes (PDT) – 34 interrupções e 15m 20s de fala
Marina Silva (Rede) – 20 interrupções e 19m 30s de fala
Geraldo Alckmin (PSDB) – 17 interrupções e 16m 17s de fala