Mostrando postagens com marcador SBT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SBT. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

URGENTE: Trabalhadores contrários à reforma da previdência vão à Justiça contra Globo, Record, SBT e Band



Bancários do Paraná foram à Justiça contra a propaganda enganosa que emissoras de televisão estão fazendo em favor da reforma da previdência em troca de milhões em verbas publicitárias pagas com dinheiro público. As ações questionam falta de imparcialidade na cobertura da Globo, Record, SBT e Band.
URGENTE: Trabalhadores contrários à reforma da previdência vão à Justiça contra Globo, Record, SBT e Band
O distinto leitor sabe que as TVs brasileiras são públicas e funcionam por meio de concessão da União. Um dos dispositivos constitucionais para seu regular funcionamento é o cumprimento da função social dos meios de comunicação social. No caso da reforma da previdência, a velha mídia faz um desserviço para atender aos interesses econômicos de bancos privados.
Se não houver equilíbrio na cobertura jornalística da reforma da previdência, os trabalhadores adiantam que pedirão a revogação da concessão do sinal das TVs (Lei Nº 4.117/1962 e Decreto nº 52.795/1963).
A seguir, leia o comunicado da FETEC-PR:
A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR), junto aos Sindicatos dos Bancários de Apucarana e de Umuarama, e ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São José dos Pinhais (Sinsep), protocolou, em julho e em setembro, quatro Ações Civis Públicas na Justiça Federal do Paraná contra as afiliadas das emissoras Band, Globo, Record e SBT questionando as abordagens favoráveis à Reforma da Previdência nos telejornais.
As entidades solicitaram acesso a uma listagem de matérias veiculadas sobre a Reforma da Previdência, registrando tempo de transmissão e quais partes foram ouvidas, na intenção de observar participação igualitária pró e a favor. Pleitearam, ainda, que a União fosse acionada para explicar procedimentos de agência reguladora, entendendo as televisões como concessão pública e o direito da população à informação.

Bolsonaro libera R$ 7.200.000.00 para canais da Band e do SBT,mas quer cortar aposentadoria do povo



A Ancine (Agência Nacional do Cinema) liberou R$ 40,8 milhões de verbas públicas para produção e distribuição de TV e VoD (video on demand). Desse total, R$ 7,2 milhões irão para os canais pagos da Band e para a TV Aratu, afiliada do SBT. Outros R$ 14 milhões irão para outros canais fechados, e 19,7 milhões ficarão com produtoras independentes. O critério da Ancine foi o histórico de desempenho comercial das empresas.
Resultado de imagem para silvio bozo bolsonaro
Imagem Canal credito galãs feios

Oito “empresas de programação” receberão os recursos: Canal Brasil (R$ 6,6 milhões), Newco (programadora de canais da Band na TV paga, com R$ 5,4 milhões); Canal Curta! (R$ 2,2 milhões), CinebrasilTV (R$ 2,1 milhões), TV Aratu (R$ 1,8 milhão), PlayTV (R$ 1,1 milhão), Woohoo (R$ 1 milhão) e canais Box Brazil (R$ 540 mil).
Entre as 37 produtoras que terão recursos liberados, estão a Gullane, com R$ 1,7 milhão; Conspiração, com R$ 1,6 milhão; e a Moonshot, que receberá R$ 800 mil. A divulgação dos beneficiários dos recursos, que estava prevista no cronograma da agência, ocorre no mesmo momento em que há uma mudança na presidência da Ancine (leia mais abaixo).

A lista das empresas que atingiram os pontos necessários exigidos pela agência foi publicada no Diário Oficial da União de ontem (2).
Nem todas as produtoras que pleitearam recursos em 2018 atingiram a pontuação necessária para o fundo. Entre elas, estão a Boutique (que realizou a série 3% para a Netflix), a Prodigo (de Coisa Mais Linda, também da Netflix), e outras grandes do mercado, como a Bossa Nova e a Radar. A Pindorama, de Reginá Casé, também não obteve pontuação para receber recursos.
Apesar das recentes reclamações do presidente Jair Bolsonaro sobre a utilização de recursos públicos em produções com temáticas sobre sexo e discussões de gênero, o conteúdo não foi analisado como critério de pontuação desse edital.
A Ancine detalha que os recursos públicos são destinados para empresas de acordo com o desempenho e práticas comerciais em TV aberta, TV fechada e VoD. A cada etapa da liberação dos recursos, as produtoras e canais que recebem o dinheiro fazem prestação de contas.
Os recursos são do FSA (Fundo Setorial Audiovisual) e do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). O FSA é formado pela arrecadação da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) e do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). Os recursos liberados ficarão disponíveis por até dois anos para serem investidos em produções.

Ancine sob nova direção

Com o afastamento de Christian de Castro Oliveira por decreto presidencial na ultima sexta-feira (30), quem assumiu a presidência da Ancine foi Alex Braga Muniz. Ele é integrante da diretoria colegiada da agência e é o primeiro nome em caso de substituição. O afastamento de Oliveira se deu em cumprimento de decisão da 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, onde corre processo contra ele movido pelo MPF (Ministério Público Federal).
Além do ex-presidente da Ancine, mais quatro servidores públicos são réus no processo e tiveram seus afastamentos publicados na edição da quinta-feira (29) do Diário Oficial, em despacho assinado pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra.
Christian de Castro Oliveira assumiu a presidência da Ancine em 2017, com mandato até 2021. Ele foi indicado pelo ex-ministro da Cultura do governo Michel Temer, Sérgio Sá Leitão, atual secretário da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e também réu no mesmo processo.
A Justiça, no entanto, não pediu o afastamento de Sá Leitão porque o processo (que cita crimes de quebra de prevaricação, calúnia, injúria e difamação, entre outros), não tem relação com o cargo atualmente exercido por ele.
Em nota à imprensa, o Ministério da Cidadania disse que o processo criminal contra o ex-diretor presidente e os servidores da Ancine corre em segredo de Justiça e “que demandará esforços para que a Agência possa atender o setor com normalidade”.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Jean Wyllys vai processar Ratinho por propagação de fake news

Durante entrevista com Sergio Moro, apresentador do SBT espalhou notícia falsa de que ex-deputado, exilado por conta de ameaças, teria "vendido" mandato
Jean Wyllys vai processar Ratinho por propagação de fake news

São Paulo – O apresentador Ratinho, do SBT, espalhou em seu programa na última terça-feira uma notícia falsa plantada por bolsonaristas em redes sociais sobre o ex-deputado do Psol, Jean Wyllys. Ratinho disfarçou – “eu não sei se é fake news, deve ser…” – e cinicamente reproduziu mentira de que Wyllys, que abriu mão de assumir novo mandato na Câmara e saiu do país em razão do volume de ameaças que vinha recebendo.
“Mas se for verdade, é grave, né doutor?”, arrematou, aproveitando a presença do entrevistado Sergio Moro para dizer que Wyllys teria “vendido” seu mandato para que o jornalista David Miranda (Psol-RJ), marido do editor do Intercept Glenn Greenwald, pudesse assumir a vaga. Na época, o presidente Jair Bolsonaro ironizou a saída do ex-deputado, depois recuou.
Jean Wyllys conversou ontem (19) com o Bom Para Todos, na TVT, e anunciou que vai processar o apresentado do SBT. Ele também comentou sobre os ataques homofóbicos e sobre como é receber notícias do Brasil estando na Europa.


quarta-feira, 17 de julho de 2019

Censura? Danilo Gentili diz que foi demitido do SBT por criticar Eduardo Bolsonaro

Apresentador, que não deixou claro se a postagem é séria ou uma piada, disse que assinaria sua demissão no RH da emissora por ter criticado a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil nos EUA; "Foi bom enquanto durou"
DITADURA? Danilo Gentili diz que foi demitido do SBT por criticar Eduardo Bolsonaro

Da revista Fórum – O apresentador Danilo Gentili, um dos principais apoiadores de Jair Bolsonaro na televisão, informou na noite desta terça-feira (16) que estava assinando sua demissão do SBT, emissora onde comanda o programa “The Noite”. Muitos, pelo fato de Gentili envolver piada em quase tudo o que diz ou escreve, não acreditaram na declaração. O humorista, por sua vez, não deixou claro se falava sério ou se o post se tratava de mais uma brincadeira.
De acordo com o apresentador, o motivo de sua demissão seria o fato de ter criticado a indicação de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, para a embaixada do Brasil nos EUA.
“Foi bom enquanto durou, pessoal. Estou passando agora no RH do SBT para assinar minha demissão. O motivo? Postei #SenadoVetaEduardo Muito obrigado à todos pela audiência esses anos todos. Tô indo entregar currículo pra fritar hamburguer”, escreveu Gentili.
DO 247

sábado, 13 de julho de 2019

SBT perde contratado após caso de racismo e emissora vive crise

Repórter do SBT divulga motivo de saída da emissora, após presenciar caso de racismo em transmissão ao vivo.

repórter Rafael Martins anunciou nesta quarta-feira, dia 10 de julho, que solicitou seu afastamento da equipe do informativo, Alterosa Alerta, na afiliada mineira do SBT. Rafael passou por um momento constrangedor durante uma transmissão ao vivo do programa, após o apresentador Stanley Gusman fazer um comentário racista ao vivo na emissora de TV."ApresentadorRafael Martins afirmou em nota que, durante seus 18 anos de carreira como jornalista, nunca se sentiu tão constrangido e desconfortável. Em seu perfil no Instagram, Rafael, que também é deputado estadual no estado de Minas Gerais pelo Partido Social Democrata (PSD), revelou sua decisão de deixar a equipe do programa da filiada do SBT em solidariedade às pessoas que se sentiram ofendidas com a fala do apresentador Stanley Gusman.
“Afirmações racistas, ainda que em tom jocoso, devem ser repudiadas com veemência por todos aqueles que defendem uma sociedade inclusiva, na qual os direitos alcancem os cidadãos”, divulgou Rafael Martins, que trabalhava no Alterosa Alerta, filiada mineira do SBT, há quatro anos.
Confira a publicação do ex-repórter do SBT e deputado estadual do PSD, Rafael Martins.


Ver essa foto no Instagram

ERRATA: 10 de julho de 2019. Venho a público me manifestar na condição de jornalista e deputado estadual eleito por Minas Gerais. Em 18 anos de carreira na televisão, nunca me senti tão constrangido e desconfortável como na edição desta terça feira, 09, do Alterosa Alerta, exibido na Tv Alterosa, afiliada do SBT. Afirmações racistas, ainda que em tom jocoso, devem ser repudiadas com veemência por todos aqueles que defendem uma sociedade inclusiva, na qual os direitos alcancem indistintamente os cidadãos. E eu me encontro entre esses. Em função das declarações do APRESENTADOR Stanley Gusman, DECIDI DEIXAR O PROGRAMA ALTEROSA ALERTA no qual atuava como repórter há quase quatro anos. Essa decisão irrevogável é uma clara manifestação de solidariedade a todos os que se sentiram ofendidos pela declaração, entre os quais eu me incluo.
Uma publicação compartilhada por Rafael Martins (@rafaelmartinstv) em

A direção do jornalismo da TV Alterosa de Minas Gerais não esclareceu até agora se o apresentador sofrerá alguma punição pelas declarações inadequadas, o que ocasionou a saída do repórter Rafael Martins.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

"Entrevista" com Sergio Moro derruba a audiência do Programa do Ratinho

"Entrevista" com Sergio Moro derruba a audiência do Programa do RatinhoQuem esperava uma audiência bombástica para o Programa do Ratinho na noite desta terça-feira (18), em virtude da entrevista exclusiva com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, caiu das nuvens – e do cavalo. A atração comandada por Carlos Massa registrou péssimos índices de sintonia na edição de hoje.
De acordo com dados preliminares do Ibope, o Programa do Ratinho anotou média de 6,6 pontos na Grande São Paulo, com direito a pico de 8,5. Trata-se do pior desempenho da atração em audiência em todo este ano de 2019, segundo levantamento do portal Bastidores da TV.
De quebra, Ratinho amargou uma derrota que há tempos não sofria: a perda da vice-liderança para a Record TV. O canal de Edir Macedo garantiu 6,7 pontos na faixa de confronto direto, com a exibição do reality Power Couple Brasil. Já Globo, que exibia o jogo entre Brasil e Venezuela, liderou comodamente com 33,9.
(…)
DO DCM

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Ratinho e SBT terão que pagar indenização a padres por fake news

O valor a ser pago é de R$ 400 mil 
Reportagem foi realizada em 1999
Em 1999, o apresentador Ratinho criou uma história falsa e usou a imagem de 2 padres para contá-la

O programa do Ratinho, da emissora SBT, terá que pagar uma indenização por danos morais a 2 padres da cidade de Astorga, no Paraná. Os clérigos receberão do apresentador e da emissora R$ 400 mil por reportagem falsa veiculada no programa em 1999. As informações foram publicadas em reportagem do jornal O Globo no domingo (16.jun.2019) e também na Folha de São Paulo.
A história falava que 1 morador da cidade de Astorga (Paraná) havia largado a mulher para ir morar com o padre que celebrou seu casamento. Além da notícia não ser verídica, o programa de Ratinho no SBT exibiu a imagem de um outro padre.
Os 2 padres processaram a emissora e ganharam. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) definiu que tanto o Ratinho quanto o SBT devem pagar R$ 200 mil, totalizando R$ 400 mil para a causa.
Vejam Tambem 

quarta-feira, 5 de junho de 2019

RATINHO LEVOU R$ 268.000,00 DE DINHEIRO PÚBLICO PARA DEFENDER FIM DA SUA APOSENTADORIA

RATINHO LEVOU R$ 268.000,00 DE DINHEIRO PÚBLICO PARA DEFENDER FIM DA SUA APOSENTADORIA

Uma notinha minúscula no site da revista Época revela nesta segunda-feira (3) que “a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência desembolsou o valor de R$ 268.500 para a veiculação de merchandising a favor da reforma da Previdência no Programa do Ratinho, no SBT. Os valores foram obtidos via Lei de Acesso à Informação. A ação foi realizada no âmbito da Campanha Nova Previdência, com veiculação de 20 de fevereiro a 31 de março. Neste ano, a Secom já gastou R$ 6,5 milhões com campanhas a favor da reforma”.
O orçamento previsto para ludibriar a sociedade com anúncios favoráveis ao golpe na aposentadoria é de 40 milhões de reais. Além da publicidade escancarada nos horários comerciais das emissoras de rádio e tevê, nas páginas dos jornalões e revistonas e nos sites da mídia monopolista, a campanha inovou agora com as peças de merchandising – que são consideradas mais sutis e eficientes. Sem informar que se trata de anúncio pago, as celebridades midiáticas farão a campanha em defesa da “deforma”, enganando os midiotas desavisados.
Além do falastrão Ratinho, outros “famosos” da TV já teriam sido contratados pelo laranjal de Jair Bolsonaro. Luciana Gimenez, que se separou recentemente de Marcelo de Carvalho, o dono trambiqueiro da RedeTV!, é outra figura exótica que teria sido seduzida. Fala-se também em Rodrigo Faro, Milton Neves, Ana Hickmann e José Luiz Datena. A Secom se recusa a divulgar os nomes dos vendidos. A Época informa que “perguntou se o órgão havia contratado, de maneira direta ou por meio de agências de publicidade, figuras públicas para a propaganda da reforma da Previdência. Apenas o merchandising no Programa do Ratinho foi mencionado”.
Ratinho deve R$ 76,4 milhões em impostos
O curioso nessa história é que as tais celebridades midiáticas são milionárias, não dependem da Previdência e, muitas delas, estão metidas em maracutaias. O repórter Igor Carvalho, do jornal Brasil de Fato, cita o caso emblemático do próprio bravateiro do SBT: “Contratado pelo governo federal para ser garoto-propaganda da Reforma da Previdência, o apresentador Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho, deve R$ 76,4 milhões em impostos à União. Os débitos, quando isolados, revelam que do montante, R$ 38 mil são dívidas com a Previdência Social. Os dados estão disponíveis no banco de dados de dívidas ativas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, vinculada ao Ministério da Economia. As dívidas fiscais foram acumuladas por uma das empresas de Ratinho, a Agropastoril Café no Bule Ltda, com sede em Apucarana, no Paraná, e que é responsável por administrar as fazendas da família Massa”.
do 247

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Garoto-propaganda da Previdência, Ratinho acumula R$ 76 milhões em dívidas com a União

PUBLICADO NO BRASIL DE FATO
POR IGOR CARVALHO
Contratado pelo governo federal para ser garoto-propaganda da Reforma da Previdência, o apresentador Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho, deve R$ 76.400.000,00 à União(Equivale a 40 triplex do Guarujá com escritura). Os débitos, quando isolados, revelam que do montante, R$ 38 mil são dívidas com a Previdência. Os dados estão disponíveis no banco de dados de dívidas ativas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), vinculada ao Ministério da Economia.
As dívidas fiscais foram acumuladas por uma das empresas de Ratinho, a Agropastoril Café no Bule Ltda, com sede em Apucarana, no Paraná, e que é responsável por administrar as fazendas da família Massa.
Garoto-propaganda da Previdência, Ratinho acumula R$ 76 milhões em dívidas com a União
Dívida da Agropastoril
A sociedade da Agropastoril Café no Bule é familiar. Além do apresentador do SBT, integram o quadro societário a sua esposa, Solange Martinez Massa, e os três filhos, Gabriel Martinez Massa, Rafael Martinez Massa e Carlos Roberto Massa Jr, o Ratinho Jr (PSD), governador do Paraná.
Em janeiro deste ano, em entrevista à Folha de São Paulo, Ratinho Jr defendeu a Reforma da Previdência. “Os governadores têm que estar nessa pauta e apoiar. A Previdência não é um problema do governo, é um problema do país. Se não resolver, nós vamos ficar rastejando. Se não fizer agora, vai ter que fazer daqui a dois, três anos, estamos perdendo tempo. Agora, a previdência começa acabando com privilégios”, afirmou o governador, devedor de R$ 76,4 milhões ao fisco brasileiro.
Publicidade da Previdência
Recentemente, o governo federal contratou um grupo de apresentadores para que defendam a Reforma da Previdência em seus programas. Além de Ratinho, Luciana Gimenez, Rodrigo Faro, Milton Neves, Ana Hickmann e José Luiz Datena passaram a fazer propaganda do projeto.
No dia 19 de abril deste ano, Ratinho recebeu o folclórico Luciano Hang, dono da Havan, para debater a Reforma da Previdência. Aliado de Bolsonaro, o empresário tem feito campanha para a aprovação do projeto em suas redes sociais e entre os trabalhadores de sua empresa.
Na próxima segunda-feira (27), Ratinho entrevistará Jair Bolsonaro no “Programa do Ratinho”, que vai ao ar diariamente no SBT. Luciana Gimenez e Datena já receberam o presidente em seus programas, na RedeTV e Bandeirantes, respectivamente.
Perdão de dívida
Importante base do governo no Congresso, a bancada ruralista manifestou apoio à candidatura de Bolsonaro ainda antes do primeiro turno da eleição presidencial. Pelos corredores da Câmara dos Deputados e do Senado, o setor tem cobrado o Palácio do Planalto para que envie às Casas o projeto que prevê o perdão de até R$ 15 milhões do agronegócio brasileiro em impostos com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
O Brasil de Fato manteve contato com a assessoria de imprensa do Grupo Massa. Porém, até o fechamento desta matéria, não obteve uma resposta do apresentador sobre o calote no fisco.
DO DCM

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Gasto do governo Bolsonaro com publicidade chega a R$ 75.500.000,00 em 3 meses, mas querem acabar com aposentadorias e outros direitos

Alan Santos - 23.jan.19/PR Gasto do governo Bolsonaro com publicidade chega a R$ 75.500.000,00 em 3 meses, mas querem acabar com aposentadorias e outros direitos
Bolsonaro e aliados que querem acabar com as aposentadorias continuam alimentando a mídia com dinheiro público

Os gastos em publicidade do primeiro trimestre do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) cresceram 63% em relação ao mesmo período do ano anterior e chegaram a R$ 75,5 milhões. Os dados foram obtidos a partir de um levantamento feito pelo UOL com base em informações da Secom (Secretaria Especial de Comunicação), vinculada ao Palácio do Planalto.
O levantamento mostra também que nos três primeiros meses do governo Bolsonaro, a Record passou a Globo e foi o grupo de comunicação que mais recebeu verbas publicitárias do governo. É a primeira vez que ocorre essa inversão em ao menos dois anos, segundo as análises por trimestre.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Secom informou que os pagamentos feitos no primeiro trimestre são referentes a despesas contratadas na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e que o presidente Jair Bolsonaro autorizou, até agora, o gasto de R$ 12 milhões referentes à campanha publicitária da reforma da Previdência.
O levantamento feito pelo UOL teve como base os gastos feitos pela Secom. Esses dados são compilados em um site alimentado pelo governo. Ele não inclui os gastos em publicidade feito por ministérios e pelas empresas estatais, cujos dados são armazenados em diferentes separados.
Os dados indicam que os gastos da Secom com publicidade institucional saíram de R$ 44,5 milhões no primeiro trimestre de 2018 para R$ 75,5 milhões no mesmo período de 2019.
Esses valores são referentes aos gastos do órgão com o pagamento de agências de publicidade, pesquisas de opinião pública, comunicação digital e repasses a veículos de comunicação em todo o Brasil. Corrigindo os números pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que no período variou 4,2%, chega-se a um aumento de 63% entre um ano e outro.
Na comparação com o mesmo período de 2017, o crescimento é ainda maior. Nos primeiros três meses daquele ano, a Secom gastou R$ 35 milhões. Na comparação entre os gastos em 2017 e 2019, o crescimento é de 101%, já descontada a inflação no período.
Os levantamentos foram feitos entre os anos de 2017 e 2019 porque o sistema alimentado pelo governo só passou a compilar informações detalhadas sobre os gastos da secretaria a partir de janeiro de 2017, após a emissão de uma instrução normativa do então Ministério do Planejamento, absorvido posteriormente pelo Ministério da Economia.

Record e SBT passam a Globo em 2019

A comparação entre 2017 e 2019 mostra que, neste ano houve uma aparente quebra no padrão de distribuição das verbas publicitárias repassadas pela secretaria de comunicação do governo.
Os dados mostram que em 2017 e 2018, a Globo encontrava-se isolada na liderança do bolo publicitário, e que Record e SBT se revezavam em segundo lugar. Em 2017, por exemplo, a Globo faturou R$ 6,9 milhões no primeiro trimestre. Em segundo lugar ficou o SBT, com R$ 1,34 milhão. Em terceiro, ficou a Record com R$ 1,21 milhão.
Em 2018, o padrão se manteve. A Globo faturou R$ 5,93 milhões nos três primeiros meses do ano. Em segundo lugar ficou a Record, com R$ 1,308 milhão. Em terceiro ficou o SBT com R$ 1,1 milhão.
Em 2019, o padrão mudou. Em primeiro lugar ficou a Record, com R$ 10,3 milhões. Em segundo, veio o SBT, com R$ 7,3 milhões. Em terceiro veio a Globo, com R$ 7,07 milhões.
Para superar a Globo, Record e SBT tiveram crescimentos exponenciais de seus faturamentos publicitários junto à Secom. Em relação a 2018, o crescimento do faturamento publicitário da Record junto à Secom no primeiro trimestre de 2019 foi de 659%, valor já considerando a variação da inflação no período.
A Rede Record é ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, comandada pelo bispo Edir Macedo. O religioso declarou apoio à candidatura de Bolsonaro à Presidência em setembro do ano passado.
Desde que assumiu o poder, o presidente já concedeu duas entrevistas exclusivas à rede. O SBT também experimentou um crescimento exponencial no período: 511%. Enquanto isso, o faturamento dos veículos das Organizações Globo cresceu 19%, saindo de R$ 5,9 milhões para R$ 7,07 milhões.



Colunistas do UOL avaliam os 100 dias de governo Bolsonaro
UOL Notícias

Bolsonaro prometeu cortar gastos

Uma das promessas de Bolsonaro em sua campanha à Presidência foi cortar gastos referentes à publicidade governamental. No início do ano, ele chegou a propor uma mudança no sistema de redirecionamento da verba estatal para veículos de comunicação.
Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, essas mudanças seriam uma estratégia para acabar com o predomínio da Globo no faturamento da verba publicitária do governo.

DA BOL UOL

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Governo Bolsonaro quer torrar R$ 45.000.000,00 com propaganda mentirosa da reforma da Previdência,só nao sobra dinheiro para aposentadorias

O Planalto deve investir por volta de R$ 45.000.000,00 na campanha  defender a reforma da Previdência. As propagandas começaram na 4ª feira (20.fev.2019) e devem prosseguir até o final de março.
O slogan é “Nova Previdência: Justa para todos. Melhor para o Brasil”. A campanha evita a palavra “reforma”. Assista:

Haverá publicidade em mídia impressa, rádio, TV, internet e mobiliário urbano. Em resumo, onde houver 1 espaço, haverá uma propaganda.
Poder360 realizou uma busca no Google com as seguintes palavras chaves: “reforma” “da” “previdência”. O 1º tópico do navegador é 1 anúncio do governo federal que direciona para o site oficial da reforma. Eis abaixo:

NOVA PREVIDENCIA O Poder360 realizou uma busca no Google com as seguintes palavras chaves: “reforma” “da” “previdência”. O 1º tópico do navegador é 1 anúncio do governo federal que direciona para o site oficial da reforma. Eis abaixo:© Fornecido por Poder360 Jornalismo e Comunicação S/S LTDA.
VEJAM TAMBEM
Teste para a Globo

TV Globo também receberá verbas para divulgar a campanha. Não se sabe ainda em que proporção.
O Grupo Globo foi classificado como “inimigo” num áudio do presidente Jair Bolsonaro vazado pelo ex-ministro Gustavo Bebianno (Secretaria Geral).

Temer: R$ 189 milhões

O ex-presidente Michel Temer gastou R$ 189 milhões na campanha para tentar aprovar a reforma da Previdência.
Não deu certo. O valor foi 4 vezes mais do que Bolsonaro pretende investir em propaganda com esse projeto.
A reforma da Previdência proposta pelo emedebista foi enterrada oficialmente 19 de fevereiro de 2018. A medida foi enviada ao Congresso em dezembro de 2016, mas nunca obteve votos o bastante para a aprovação.
Para tentar justificar a mudança de agenda política em ano eleitoral, o governo decretou intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. Por se tratar de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), a reforma não pôde ser mais discutida na Câmara. A intervenção no Rio acabou em 31 de dezembro de 2018.