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sexta-feira, 24 de maio de 2019

GLOBO COMEÇA A CORTAR SALÁRIOS MILIONÁRIOS EM ATÉ 40%: Bonner, Faustão, Huck, Ana Maria Braga e outros são atingidos.

GLOBO COMEÇA A CORTAR SALÁRIOS MILIONÁRIOS EM ATÉ 40%: Bonner, Faustão, Huck, Ana Maria Braga e outros são atingidos.Parece que o golpe de estado e a pavimentação do caminho de Bolsonaro até o poder não foram bons negócios para a emissora da família Marinho. As primeira vítimas foram da divisão de esportes, Galvão Bueno e outros profissionais já sofreram cortes. Agora, o restante da emissora começa a perder de 20% a 40% dos salários milionários.
Na lista estão, Ana Maria Braga, Luciano Huck, Fátima Bernardes, Aguinaldo Silva, Pedro Bial, William Bonner e Fausto Silva.
Segundo informa o colunista Sandro Nascimento, a operação é tratada como de alto sigilo e os principais atingidos serão os profissionais da área jornalística que desempenhem função de apresentador.
Os cortes atingirão o salário nominal dos profissionais mas, mantém preservados os valores dos diretos de imagem e merchandisings. Nesse caso, jornalistas que migrará definitivamente para o entendimentos, como Thiago Laifert serão menos atingidos. Já William Bonner, que não recebe por merchandising, terá corte direto na renda total recebida da emissora.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

“Ação social”com dinheiro público: R$ 20.000.000,00 da Lei Rouanet para Huck




“Ação social”com dinheiro público: R$ 20 milhões da Lei Rouanet para Luciano Huck(O Novo de FHC)

Do Tijolaço
Os nossos neoliberais gostam de um “projeto social” para seu automarketing, mas detestam por a mão no bolso.
Adoram por a mão no bolso do Estado, isso sim.
O Instituto Criar, pertencente a Luciano Huck, obteve, pela Lei Rouanet, R$ 19,5 milhões de doações convertidas em abatimento no imposto a pagar de grandes empresas – como o Itaú, a Microsoft, Casas Bahia, Ponto Frio, Volkswagen e outras -, um valor que deve chegar a R$ 21 milhões das captações em curso, este ano.
De novo, não é uma acusação de ilegalidade, pois não tenho como verificar o que se faz com o dinheiro, mas é justo que, sendo Luciano candidato e mostrando seu “projeto social”, as pessoas saibam que o “ajudar as pessoas” do bom moço é feito com dinheiro público, não com o privado.
Como o jatinho que a  própria assessoria do apresentador diz que serve para trazê-lo ao Rio de Janeiro, duas vezes por semana, para gravar na Globo, comprado com crédito subsidiado do BNDES.
Como, segundo diz o projeto, seriam 150 jovens atendidos, o custo, em impostos, per capita, é de R$ 23.300, enquanto o custo dos alunos de escolas públicas, garantido pelo MEC, era de R$ 2.875,03 em 2017.
Será que veremos os meninos do MBL gritando contra a Lei Rouanet do Huck, como fazem com a de exposições, peças de teatro e filmes?
Será que os nossos grandes jornais vão se interessar por isso como se interessariam se o “projeto social” fosse de um candidato de esquerda?
Aí está, de imagem sem edição, o resultado que se pode encontrar no site no Ministério da Cultura.
E é só desta, porque vai demorar a verificar todas as empresas da família Huck, diretamente ou através de propriedade cruzada, quando cada empresa é feita para controlar outras sem que se possa reconhecer diretamente o real proprietário.
Aguarda-se a manifestação de Kim Kataguiri contra Huck.



sábado, 10 de fevereiro de 2018

TIJOLAÇO: EMPRESA DE LUCIANO HUCK PEGOU R$ 17.710.000,00 NO BNDES PARA COMPRAR SEU JATINHO, GLOBO NEM TOCA NO ASSUNTO

"O empresário e apresentador de TV Luciano Huck recebeu, do BNDES, um empréstimo de R$ 17,71 milhões para comprar o jatinho Phenom 505, , prefixo PP-HUC, que usa em seus deslocamentos. O crédito, tomado pela Brisair Servicos Técnicos Aeronáuticos Ltda, empresa pertencente a ele e à mulher, Angélica, foi obtido pela linha do Finame (financiamentos a máquinas e equipamentos), a juros de 3% ao ano", revela o jornalista Fernando Brito


TIJOLAÇO: EMPRESA DE HUCK PEGOU R$ 17,7 MI NO BNDES PARA COMPRAR SEU JATINHO

Por Fernando Brito, do Tijolaço via 247- O empresário e apresentador de TV Luciano Huck recebeu, do BNDES, um empréstimo de R$ 17,71 milhões para comprar o jatinho Phenom 505, , prefixo PP-HUC, que usa em seus deslocamentos. O crédito, tomado pela Brisair Servicos Técnicos Aeronáuticos Ltda, empresa pertencente a ele e à mulher, Angélica, foi obtido pela linha do Finame (financiamentos a máquinas e equipamentos), a juros de 3% ao ano, 5 meses de carência e outros 114 meses para pagamento, funcionando o Itaú como operador do financiamento.
O documento do BNDES está aqui e pode ser obtido por qualquer um na página de consultas do Banco.
A Brisair, que funciona em parte de uma sala na Barra da Tijuca, no seu registro na Receita Federal, consta como tendo atividades de“ consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica” e, secundariamente, “administração de caixas escolares” e “atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares “.
Seus sócios, como também está nos dados da Receita, são Luciano Huck e Angélica Kysivikis Huck.
A imagem do avião, aí de cima, foi tomada pelo fotógrafo e entusiasta de aviação Bruno Ramm, logo após pousar, em 15 de junho de 2016, no Aeroporto de Canela (RS), vindo do Rio de Janeiro. O documento que lhe atesta a propriedade está no Registro Aeronáutico Brasileiro.
Espero que Luciano não reaja como fez em 2005, quando mandou uma carta agressiva para a Revista Contigo, de fofocas de “celebridades” desmentindo o que ela publicara: que ele havia comprado um helicóptero de R$ 1 milhão de reais, na época, e escolhido prefixo PR-KIM para homenagear o filho.
Queixou-se em termos duros da revista, a quem acusou de publicar “informação infundada, sem critérios jornalísticos de apuração e publicada de forma não responsável e que pode, de alguma forma, prejudicar a paz e tranqüilidade que eu e minha esposa esperamos poder construir e proporcionar para nosso filho. Nós esperamos que ele tenha uma infância normal e feliz.
Ele mesmo admitia, porém,  que o helicóptero era da Brisair e que era um dos sócios da empresa. A informação, portanto, não tinha nada de infundado.
E tanto era assim que, partindo dela, resolvi procurar aeronaves com prefixo HUC e…bingo!
Pega pela vaidade pueril, a compra com financiamento subsidiado, desmonta o discurso do “é meu porque comprei com o meu dinheiro”. Não, foi com o nosso, a juros subsidiados. Se eu quiser comprar um carro popular, vou pagar 25% ao ano. Huck, nos mesmos 12 meses, paga 3% com sua empresa que nem mesmo tem a atividade de táxi aéreo no registro. Se ele a aluga, deve ter as notas fiscais, pois não? Duvido.
Alguém que “estuda” ser Presidente da República tem de dizer o que acha disso. Não vale, como os juízes fizeram com o  auxílio-moradia, apenas dizer que ‘é legal” e se “estão dando, eu pego”. Não se está chamando de ilegal, mas de imoral.
E, por favor: nada de alegar “informações infundadas’, ok? Os documentos estão linkados, são públicos e oficiais.