segunda-feira, 15 de julho de 2019

Deltan propôs pagar comercial na Globo com grana da Vara de Curitiba

Vídeo das "10 medidas" deveria criar pânico na população!
AroeiraRatosMoroDeltan.jpg Dallanhinho propôs pagar comercial na Globo com grana da Vara de Curitiba
Créditos: Aroeira
Por Leandro Demori, do Intercept Brasil, e Reinaldo Azevedo, em seu blog:

Deltan pede, e Moro topa, dinheiro da 13º Vara para campanha publicitária


Diálogos inéditos mantidos entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol — oficialmente ao menos, coordenador da Lava Jato — evidenciam que nunca existiu uma distinção entre a atuação do magistrado, a dos procuradores da força-tarefa e, pasmem!, a da própria Polícia Federal. As conversas revelam que a promiscuidade era de tal sorte que não poupava nem mesmo recursos — dinheiro! — recolhidos à 13ª Vara Federal de Curitiba, onde Moro se comportava, vê-se agora, não como juiz, mas como imperador absolutista.

(...) Abaixo, vocês vão se deparar com um conjunto de eventos que violam a lei, a ética e o decoro.

O dinheiro da 13ª Vara Federal de Curitiba
No dia 16 de janeiro de 2016, Deltan envia uma mensagem a Moro com um pedido realmente inusitado. Segue o diálogo, conforme o original:

13:32:56 Deltan – Vc acha que seria possível a destinação de valores da Vara, daqueles mais antigos, se estiverem disponíveis, para um vídeo contra a corrupção, pelas 10 medidas, que será veiculado na globo?? A produtora está cobrando apenas custos de terceiros, o que daria uns 38 mil. Se achar ruim em algum aspecto, há alternativas que estamos avaliando, como crowdfunding e cotização entre as pessoas envolvidas na campanha.
13:32:56: Deltan – Segue o roteiro e o orçamento, caso queria [buscou escrever "queira"] olhar. O roteiro sofrerá alguma alteração ainda
13:32:56: Deltan – Avalie de modo absolutamente livre e se achar que pode de qq modo arranhar a imagem da LJ de alguma forma, nem nós queremos
13:35:00: Deltan – pdf
13:35:28: Deltan – pdf


No dia seguinte, 17 de janeiro de 2016, Moro responde:

10:20:56 Moro – Se for so uns 38 mil achi [quis escrever "acho"] que é possível. Deixe ver na terça e te respondo.

Vejam em outro post os arquivos de PDF enviados pelo procurador para aprovação prévia do então juiz. 

(...) A soma de despropósitos que vai acima impressiona em diálogo tão curto. De saída, destaque-se que uma vara federal, qualquer uma, não dispõe de recursos destinados a atos publicitários de nenhuma natureza.

O Conselho da Justiça Federal, subordinado ao Superior Tribunal de Justiça — e o presidente do STJ comanda os dois entes —, distribui os recursos aos cinco Tribunais Regionais Federais, e cada um deles, às respectivas varas federais. Inexiste verba para gastos com publicidade.

Observem, no entanto, que Deltan se refere a valores específicos, de que ele e Moro têm conhecimento — "daqueles mais antigos" — e que, sem margem para interpretação alternativa, serão aplicados ao arrepio da lei.

Como uma vara federal não gera recursos, mas os recebe do TRF — que, por sua vez, tem a dotação orçamentária definida pelo Conselho da Justiça Federal —, ou o dinheiro teria de sair do caixa para despesas correntes, e não parece ser o caso, ou decorreria de depósitos judiciais ou multas decorrentes das sentenças aplicadas pelo juiz. Em qualquer hipótese, trata-se de uma ilegalidade.

As tais 10 medidas, que chegaram ao Congresso na forma de uma emenda de iniciativa popular, saíram da cabeça de Deltan e amigos, como é público e notório.

E, como se lê acima, ele não teve dúvida: resolveu avançar no cofre da 13ª Vara Federal de Curitiba, com o que concordou Sergio Moro.

Se ainda não ficou claro: o então juiz estava dizendo "sim" a um pedido para usar, de modo ilegal, recursos sob a guarda da 13ª Vara Federal de Curitiba. "Ah, mas era para uma campanha contra a corrupção!" E daí? A função de um juiz é aplicar a lei, não burlá-la.

(...) Ora, Deltan não deveria nem mesmo ter se atrevido a fazer tal pedido ao juiz. Nas boas democracias do mundo, mereceria voz de prisão. Exagero? Como um procurador tem a ousadia de pedir que um juiz dê destinação ilegal a um dinheiro que está sob a sua guarda? Que licenciosidade é essa? Por que tamanho despropósito?

Se olharmos, no entanto, a trajetória da Lava Jato, tudo faz sentido.

A FundaçãoEste é o mesmo Deltan que costurou com autoridades americanas (!?) a criação de uma fundação de direito privado, que seria formada com metade dos R$ 2,5 bilhões de multa devida pela Petrobras nos EUA, mas que acabou sendo recolhida no Brasil. Os outros 50% também ficariam sob gerenciamento de tal ente para eventuais reparações judiciais.

A dita fundação, contra a qual se insurgiu a Procuradoria-Geral da República, que nem consultada fora a respeito, foi homologada pela juíza Gabriela Hardt, que assumiu como interina a 13º Vara Federal de Curitiba quando Moro a deixou porque aceitou o cargo de ministro da Justiça de Jair Bolsonaro.

A doutora escreveu em seu despacho alguns absurdos a indicar que as personagens que se envolvem com a Lava Jato entendem como privados (pertencentes à própria operação) recursos que decorrem de ações desfechadas por entes públicos. Lá se pode ler:

"A outra metade será utilizada à constituição de uma fundação permanente, na forma de "endowment", e destina-se remédio dos efeitos da corrupção e ao fomento de atividades voltadas à implementação de uma agenda anticorrupção. Isso é especialmente importante já que os investimentos públicos, notoriamente escassos, para a implementação de medidas de combate à corrupção estão usualmente sujeitos a contingenciamentos orçamentários. Assim, na análise deste Juízo, não há dúvida que o acordo atende ao interesse público."

Como se vê, a juíza entende que a multa paga pela Petrobras deveria servir como uma espécie de compensação para o que considera "investimentos públicos escassos" no combate à corrupção. Também ela avalia que um magistrado pode decidir, por sua conta, como resolver os problemas de orçamento da Justiça e do Ministério Público. Ainda que rasgando a lei.

Foi adiante:

"Cumpre observar o protagonismo do MPF e da Petrobrás na obtenção da concessão no acordo desta com as autoridades dos Estados Unidos. Sem a intervenção do MPF e da Petrobrás, muito provavelmente não seria possível a amortização de 80% da multa milionária pactuada no acordo com as autoridades daquele país, mediante pagamentos e investimentos de interesse coletivo no território nacional".

A juíza tratava, nessa hora, a força-tarefa como um grupo de caçadores de recompensa, que mereceriam, então, ficar com os frutos do que rendeu a luta contra a corrupção. 

Não parece que fosse outra a concepção de Moro. Pela porteira por onde podem sair, violando a ordem legal, R$ 38 mil, podem sair R$ 2,5 bilhões. O ministro Alexandre de Moraes pôs fim à farra, depois de provocado pela Procuradoria-Geral da República, concedendo uma liminar suspendendo a homologação. A força-tarefa acabou desistindo da estrovenga ilegal. (...)
(...) na conversa em que o procurador Deltan Dallagnol pede a Sergio Moro dinheiro para finalizar a produção de uma peça publicitária que seria veiculada pela Globo, há o envio de dois PDFs. Um deles (...) trata-se do orçamento enviado pela produtora, que, obviamente, não comete crime nenhum e está apresentando o que lhe foi encomendado. Certamente Deltan há de reconhecer a sua autenticidade, não é mesmo? 

O outro documento traz o roteiro do filmete, cuja imagem segue abaixo. (...)


Reprodução

(...) Com o público, com o pagador de impostos, com os que ficaram desempregados, com os que viram as empreiteiras a demitir mais de 300 mil pessoas até o ano passado, com os justamente indignados com a corrupção — e qualquer pessoa moral e decente defende que seja combatida —, a linguagem é bem outra.

Aí trata-se da terapia de choque, da estética do terror, da lógica do medo, da paralisia pelo susto.

E, como se nota, o público alvo é a classe média.

Foi assim que a Lava Jato seduziu e mantém apartadas da razão milhões de pessoas. A lógica implícita é esta: "Se a corrupção existe, então tudo é permitido para combatê-la".

As agressões à ordem legal estão sendo reveladas de maneira miserável e irrespondível. (...)
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sábado, 13 de julho de 2019

SBT perde contratado após caso de racismo e emissora vive crise

Repórter do SBT divulga motivo de saída da emissora, após presenciar caso de racismo em transmissão ao vivo.

repórter Rafael Martins anunciou nesta quarta-feira, dia 10 de julho, que solicitou seu afastamento da equipe do informativo, Alterosa Alerta, na afiliada mineira do SBT. Rafael passou por um momento constrangedor durante uma transmissão ao vivo do programa, após o apresentador Stanley Gusman fazer um comentário racista ao vivo na emissora de TV."ApresentadorRafael Martins afirmou em nota que, durante seus 18 anos de carreira como jornalista, nunca se sentiu tão constrangido e desconfortável. Em seu perfil no Instagram, Rafael, que também é deputado estadual no estado de Minas Gerais pelo Partido Social Democrata (PSD), revelou sua decisão de deixar a equipe do programa da filiada do SBT em solidariedade às pessoas que se sentiram ofendidas com a fala do apresentador Stanley Gusman.
“Afirmações racistas, ainda que em tom jocoso, devem ser repudiadas com veemência por todos aqueles que defendem uma sociedade inclusiva, na qual os direitos alcancem os cidadãos”, divulgou Rafael Martins, que trabalhava no Alterosa Alerta, filiada mineira do SBT, há quatro anos.
Confira a publicação do ex-repórter do SBT e deputado estadual do PSD, Rafael Martins.


Ver essa foto no Instagram

ERRATA: 10 de julho de 2019. Venho a público me manifestar na condição de jornalista e deputado estadual eleito por Minas Gerais. Em 18 anos de carreira na televisão, nunca me senti tão constrangido e desconfortável como na edição desta terça feira, 09, do Alterosa Alerta, exibido na Tv Alterosa, afiliada do SBT. Afirmações racistas, ainda que em tom jocoso, devem ser repudiadas com veemência por todos aqueles que defendem uma sociedade inclusiva, na qual os direitos alcancem indistintamente os cidadãos. E eu me encontro entre esses. Em função das declarações do APRESENTADOR Stanley Gusman, DECIDI DEIXAR O PROGRAMA ALTEROSA ALERTA no qual atuava como repórter há quase quatro anos. Essa decisão irrevogável é uma clara manifestação de solidariedade a todos os que se sentiram ofendidos pela declaração, entre os quais eu me incluo.
Uma publicação compartilhada por Rafael Martins (@rafaelmartinstv) em

A direção do jornalismo da TV Alterosa de Minas Gerais não esclareceu até agora se o apresentador sofrerá alguma punição pelas declarações inadequadas, o que ocasionou a saída do repórter Rafael Martins.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Surgem os áudios do Intercept e narrativa do Hacker que Globo, Moro e Dallagnol criaram foi desmascarada

Intercept divulga o primeiro áudio do procurador Deltan Dallagnol comemorando decisão do ministro do STF, Luiz Fux, revogando autorização da Folha de S. Paulo para entrevistar o ex-presidente Lula. Esse fato aconteceu apenas 12 dias antes das eleições.
 “A comemoração de Dallagnol expõe mais uma vez sua hipocrisia e sua motivação política: antes de serem alvos de vazamentos, os procuradores da força-tarefa enfatizavam – em chats privados com seus colegas – a importância de uma imprensa livre, o direito de jornalistas de publicar materiais obtidos por vias ilegais e que a publicação desses materiais fortalece a democracia”.

Rede Globo com seus "especialistas, Sergio Moro e Deltan  Dallagnol vinham há semanas falando que teria sido atuação do hacker, supostas mensagenstentando confundir a opinião pública

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Em diálogos, Moro revela conselho de Fausto Silva à Lava Jato

Apresentador, em conversa com o então juiz, elogiou as investigações e deu dicas para melhorar a comunicação dos procuradores

Em diálogos, Moro revela conselho de Fausto Silva à Lava Jato
Durante um diálogo com o procurador Deltan Dallagnol, o então juiz Sergio Morodisse ter sido procurado pelo apresentador Fausto Silva, que o cumprimentou pelo trabalho da Lava-Jato e deu conselhos para melhorar as falas dos investigadores.
A mensagem inédita faz parte do material analisado por VEJA em parceria com o site The Intercept Brasil. Clique para ler a reportagem completa.
Só uma pequena parte do material havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. Em parceria com o site, VEJA realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo. Foram analisadas pela reportagem 649 551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades.
Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado. Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava broncas neles.
De acordo com o relato feito por Moro a Dellagnol, Faustão aproveitou a conversa para dar conselhos aos responsáveis pela investigação: “Ele disse que vcs nas entrevistas ou nas coletivas precisam usar uma linguagem mais simples. Para todo mundo entender”, escreveu o atual ministro da Justiça. Consultado por VEJA, o apresentador confirmou o teor da conversa.

Nota da redação: procurados por VEJA, Deltan Dalla­gnol e Sergio Moro não quiseram receber a reportagem. Ambos gostariam que os arquivos fossem enviados a eles de forma virtual, mas, alegando compromissos de agenda, recusaram-se a recebê-­los pessoalmente, uma condição estabelecida por VEJA. Mesmo sem saber o conteúdo das mensagens, a assessoria do Ministério da Justiça enviou a seguinte nota: “A revista Veja se recusou a enviar previamente as informações publicadas na reportagem, não sendo possível manifestação a respeito do assunto tratado. Mesmo assim, cabe ressaltar que o ministro da Justiça e Segurança Pública não reconhece a autenticidade de supostas mensagens obtidas por meios criminosos, que podem ter sido adulteradas total ou parcialmente e que configuram violação da privacidade de agentes da lei com o objetivo de anular condenações criminais e impedir novas investigações. Reitera-­se que o ministro sempre pautou sua atuação pela legalidade”.
Colaboraram Leandro Demori, Victor Pougy, Nonato Viegas e Bruna de Lara

domingo, 30 de junho de 2019

Imprensa Internacional denuncia como a Globo Manipula informações sobre a Lava Jato.

Imprensa Internacional denuncia como a Globo Golpista Manipula informações sobre a Lava Jato.

Imprensa Internacional denuncia como a Globo manipula a informação quanto o real envolvimento do preso político Lula e da Presidenta,que sofreu Golpe de Estado, Dilma no esquema de distribuição de propinas da JBS.

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No Brasil, ocorreu uma manobra do grupo Globo. O Globo é o Clarin lá. E o que fez?
Quando Temer foi denunciado pelo tal Batista na questão das propinas, os noticiários da Globo aproveitaram para dizer que Batista também tinha denúncias contra Lula e Dilma.
Que eles tinham contas no exterior, onde teria sido depositado dinheiro de propina para Lula e Dilma.
Nas primeiras 24 horas da notícia, logicamente, foi a capa dos jornais Argentinos Clarin e La Nación que tem o mesmo critério de jornalismo lixo, jornalismo de guerra, como são chamados.
Guerra contra os mais vulneráveis, contra o povo, contra tudo que possa representar os que defendem o povo.
Isso nunca foi desmentido, nem pelo Clarin, nem pelo La Nación.
As capas seguem lá dizendo que Lula e Dilma estavam envolvidos.
A Globo corrigiu muito moderadamente, como verão agora,a informação que havia dado.
Vejamos a anúncio da Globo sobre Lula e Dilma.
William Bonner no Jornal Nacional:
Joesley Batista contou detalhes de duas contas correntes no exterior em nome dos Presidente Lula e Dilma. O Total dos depósitos segundo Joesley chegou a 150.000.000 de dólares em 2014. Seria uma contrapartida da JBS por facilidadades no BNDSe fundos de pensão.

Vocês estão vendo o que diz esse homem. A denúncia que ele está fazendo. 150.000.000 milhões de dólares. A Globo está dizendo aos brasileiros que assistem majoritariamente esse noticiário, que é o mais importante do Brasil.
Quando as pessoas escutam isso como vão reagir? Senão envenenando-se, enlouquecendo. Como aconteceu na adulteração da democracia na Argentina.
O que eles estão fazendo é adulterar a democracia. Impedir Eleições Diretas que o povo está pedindo. Nas quais Lula seria naturalmente o favorito.
Confundir a opinião pública.
Vejamos a Globo que por uma única vez retificou a notícia, muito rapidamente, usando um personagem que não é o principal do telejornal, desse modo:
Uma correção a respeito de uma imprecisão que cometemos aqui no Jornal Nacional, ontem dissemos que Joesley Batista tinha contado na delação premiada detalhes de duas contas correntes no exterior em nome dos Ex-Presidentes Lula e Dilma, na verdade, Joesley Batista disse no depoimento que mantinha no nome dele duas contas com dinheiro destinado a Lula e Dilma, a ser usado em campanhas eleitorais. Segundo a assessoria do Instituto Lula o Ex-Presidente já teve seu sigilo fiscal quebrado e nenhuma conta clandestina foi encontrada em seu nome, segundo a assessoria de Lula porque nunca existiu uma conta assim.

É sabido, como ocorreu aqui com algumas pessoas da política muitas vezes denunciadas.
Não há cotas no exterior. Nunca aparece absolutamente nada contra Lula. Tudo é persistentemente uma grande invenção.
Um modo de ir contra um homem que pode representar os mais vulneráveis. E não à elite, que faz parte a rede Globo. Não aos mais ricos, não aos que tem tudo. Não aos que roubam tudo através do manejo da política.
E assim sempre, até conseguir que as pessoas se envenenem o suficiente para: No Brasil não quererem eleições diretas ou não se animarem pedi-las, ainda que o povo vá seguir pedindo…
A mentira dando resultados, ainda que seja por algumas horas, gerando a idéia de corrupção que é o que serve às elites dominantes para seguirem ficando com tudo.
Fonte: meublogdepolitica

VÍDEO – Zorra, programa de humor da Globo, faz o que seu jornalismo não faz e zoa Bolsonaro na Marcha pra Jesus

DO DCM

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Globo mente, no Jornal Nacional, e Glenn fica indignado: como eles mentem assim?

Leandro Demori, editor do Intercept, também apontou novas falhas da cobertura da Globo no escândalo da Vaza Jato. Estratégia da Globo é circunscrever as denúncias ao Intercept e não citar a colaboração de outros jornalistas e veículos, como Reinaldo Azevedo e a Band
Globo joga tudo na defesa da Lava Jato, mas pode afundar com Sergio Moro do PSDB Globo mente, no Jornal Nacional, e Glenn fica indignado: como eles mentem assim?
Leandro Demori, editor do Intercept, também apontou novas falhas da cobertura da Globo no escândalo da Vaza Jato.


DO 247