sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Haddad foi interrompido 62 vezes no ‘Jornal Nacional’; Alckmin, 17

O ex-prefeito Fernando Haddad, candidato do PT à presidência, foi entrevistado nesta sexta-feira (14) pelos jornalistas do ‘Jornal Nacional’, da Globo. Apesar de suas respostas incisivas, o petista foi o candidato que mais sofreu interrupções entre todos os candidatos entrevistados por William Bonner e Renata Vasconcellos.
Globo golpe a gente se ve por aqui Haddad foi interrompido 62 vezes no ‘Jornal Nacional’; Alckmin, 17

Ao todo, Haddad sofreu 62 interrupções dos "jornalistas". Mais que o triplo de interrupções sofridas por Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano teve sua resposta cortada pelos apresentadores 17 vezes.
O segundo mais interrompido depois de Haddad foi Jair Bolsonaro (PSL): foram 36 vezes.
Confira, abaixo, os tempos de fala de cada candidato e o número de interrupções em suas entrevistas no ‘Jornal Nacional’, de acordo com o levantamento feito pela Fórum.
Fernando Haddad (PT) – 62 interrupções e 16m 05s de fala
Jair Bolsonaro (PSL) – 36 interrupções e 16 m 47s. de fala
Ciro Gomes (PDT) – 34 interrupções e 15m 20s de fala
Marina Silva (Rede) – 20 interrupções e 19m 30s de fala
Geraldo Alckmin (PSDB) – 17 interrupções e 16m 17s de fala

Haddad enquadra Bonner: A rede Globo também é investigada “Globo tem problemas na Receita Federal”

Túlio Gadêlha namorado da Fátima Bernardes e o presidente Lula
Túlio Gadêlha namorado da Fátima Bernardes e o presidente Lula
Haddad, então, disparou: “Investigado por investigado, a Rede Globo é investigada”, disse. William Bonner o interrompeu, mas o ex-prefeito prosseguiu: “A Rede Globo condena por antecipação, Bonner. Vocês não tratariam os problemas da Rede Globo como tratam os problemas da administração pública, mesmo se tratando de uma concessão”.

Boicote já esse Lixo
Vejam abaixo a entrevista inteira sem as edições costumeiras da Rede Globo

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Novela da Rede Globo depõe contra professores, afirma CNTE

DO Carta Educação
Confederação acusa a novela O Tempo Não Para de desqualificar o direito de greve de professores e de favorecer a terceirização da categoria
Novela da Rede Globo depõe contra professores, afirma CNTE
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) divulgou na segunda-feira 3 uma moção de repúdio à Rede Globo de Televisão devido a uma cena veiculada pela novela O Tempo Não Para, exibida às 19h.
No capítulo levado ao ar no dia 1 de setembro, a personagem Marocas, interpretada pela atriz Juliana Paiva, visita uma escola em companhia de Miss Celine, interpretada pela atriz Maria Eduarda de Carvalho, em busca de vagas para suas irmãs. Miss Celine tem a intenção de arrumar um emprego na instituição.
O pedido de vaga é negado pela diretora que afirma que a unidade está lotada. Quanto à oportunidade de emprego, a gestora explica que a escola municipal só contrata professoresconcursados, norma desconhecida pelas personagens. [a trama conta a história de uma família que congela em 1886 e desperta nos dias atuais].
Ao explicar que, para lecionar, os professores devem prestar concurso e, se aprovados, são encaminhados para unidades da rede, a diretora é questionada por Miss Celine. “Eu não entendo, para que tantas complicações? Por que simplesmente não avaliam a competência dos candidatos, a expertise? Seria muito mais inteligente, mais ágil e todos ganhariam com isso”, coloca a personagem.
A cena continua com uma conversa entre Marocas e Miss Celine que volta a dizer que não entende o porquê de tanta burocracia para contratar um professor. “Não seria muito mais simples escolher entre os candidatos o mais capaz?”, ao que responde Marocas, “é de fato muito curioso…mil e uma exigências para nada. A escola que visitamos estava caindo aos pedaços, não tinha material para os estudantes e os professores não estavam lá porque recebem pouco. Eles são funcionários públicos, recebem através de impostos pagos pelo povo, que não é retribuído na forma de uma educação adequada”. [veja a cena completa]
Para a CNTE, o diálogo sugere explicitamente que a culpa e a responsabilidade da atual situação da educação pública brasileira é do professor, ferindo tanto o seu direito de greve como a forma de contratação por meio de concursos públicos.
“Em tempos de uma democracia golpeada, que contou com o apoio decisivo desse grupo de comunicações, o diálogo entre as personagens da novela flerta com as possibilidades de contratação de servidores públicos sem a necessidade de concurso público, muito em decorrência da aprovação recente da terceirização ilimitada e da reforma trabalhista. Em especial para a categoria do magistério, e em conjunto com a alteração proposta nesses dois normativos, a Reforma do Ensino Médio propõe a contratação de professores por “notório saber” para o ensino profissionalizante.
A ideia sempre presente de conferir às nossas escolas a gestão por meio de organizações sociais (OSs) reflete o diálogo travado na teledramaturgia global. É evidente que a cena se propôs a ser um instrumento dessa disputa de ideias que se dá no campo dos projetos políticos e somente nesse campo deve ficar”, afirma a Confederação em nota.
O texto ainda afirma que a Globo defende um modelo de educação que está se pavimentando no Brasil. “Esse poderoso grupo econômico aguarda ansiosamente a aprovação da nova Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio para que, assim, possa ser ofertado os seus telecursos pelo Brasil afora, atendendo aos preceitos do que se pretende impor no Brasil nos tempos de hoje. Para isso, eles precisam destruir o atual modelo público, tratando a educação como mercadoria. Por isso, a cena da novela não foi despropositada e tampouco desinteressada”.
A comunicação da emissora se pronunciou sobre o caso por meio de nota. Confira na íntegra:
A Globo tem um compromisso histórico com a Educação. Através de campanhas na programação, debates, reportagens nos telejornais e cenas de temática social inseridas nas tramas de suas novelas, a empresa busca mobilizar a sociedade em torno do tema. A valorização do professor e o incentivo à leitura são algumas das questões presentes nas iniciativas adotadas pela empresa, como a parceria com o Prêmio ‘Educador Nota 10’, a plataforma ‘Assista a Esse Livro’ e em campanhas como a do “público da escola pública”,  amplamente veiculada este ano e já entrando em uma terceira fase que mostrará depoimentos sobre pessoas que foram alunos de escolas públicas e valorizam isso na sua trajetória acadêmica e profissional. 
Desta forma, é importante registrar que o ‘O Tempo Não Para’ acompanha a história de uma família congelada, em 1886, que desperta nos dias de hoje e precisa lidar com os choques temporais. Ao longo dos capítulos, várias dessas situações são mostradas. Costumes, questões éticas, tecnologia…quase tudo surpreende os recém-chegados ao século XXI. A cena em questão trata de um desses choques. Marocas (Juliana Paiva) e Miss Celine (Maria Eduarda de Carvalho), primeiro, estranham o uniforme das alunas, que usam calças, o que era improvável no século XIX; em seguida, elas ficam sabendo que os professores estão em greve e defendem que os profissionais deveriam ser mais bem recompensados. Além disso, uma funcionária da escola reforça o rigor no processo seletivo para os professores.

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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

O CINISMO DA GLOBO NO FANTÁSTICO DEDICADO A SALVAR O CLÃ NEVES E A REFORMA TRABALHISTA.

O CINISMO DA GLOBO NO FANTÁSTICO DEDICADO A SALVAR O CLÃ NEVES E A REFORMA TRABALHISTA.Por vezes e por absoluta impossibilidade de não assistir, ou por que se está em algum ambiente ao qual não se pode desligar a TV, se torna impossível não se indignar com algo que não muda jamais, a transmissão e a cretinice da Rede Globo. Mais focada em afirmar que o cidadão está errado e não a exploração do ser humano pelo mercado financeiro. Daí, duas matérias chamam a atenção de forma absolutamente revoltante, a primeira foi a abordagem das pessoas que se tornaram ambulantes e a segunda que falou sobre o lançamento do filme sobre Tancredo Neves.
Como a Globo aberta tem grande preocupação em passar verdadeiros atestados de idiota ao telespectador, a percepção de indignação que nos move pela raiva em assistir a emissora, nos leva ao questionamento sui generis: Quais os reais motivos dessas duas reportagens?
A primeira teve a intenção direta de transformar os direitos trabalhistas em privilégios do trabalhador, ao qual pequenos empresários não conseguem manter. Daí, a apresentação de “empreededores” que tinham até oito funcionários e agora preferem ser ambulantes, por não pagaram impostos trabalhistas. Tem lógica isso, para você? Pois para o Fantástico tem. Surge disso, a construção do discurso semiótico que continuamente busca a desconstrução de direitos mas, não questiona a exploração que se baseia no lucro sobre a exploração da mão de obra do empregado, em forma de salários miseráveis.
A segunda matéria, a que apresenta o lançamento do filme que conta a historia do santificado Tancredo Neves que historicamente, está muito distante de ser o grande político que a Globo prega. Enquanto o neto, Aécio Neves, derrete o clã Neves em Minas Gerais e vê sua campanha se enterrar na frase “Tem que ser um que a gente mata antes de delatar”, lembrando que esse “um” é o próprio primo, parte do clã, o filme tenta salvar ao menos a memória. A Globo, então, tenta aliviar a imagem dos Neves, como forma de salvar seus cúmplices na destruição da democracia brasileira.
Como se vê, o acerto entre tucanos, mercado financeiro, Globo e certos candidatos da ultra-direita, vai além das ações que premeditam outra ações eleitorais e ataques a candidatos. Há uma cretinice estabelecida, no que o termo usado por Paulo Freire, “sem vergonhice”, cabe com perfeição histórica. Aliás, não vai parar por aí, até as eleições, haverá mais irritação e nervos para quem não desligar a TV.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

FakeNews da Globo: Bolsonaro chegando ao hospital: Sem cortes, sem perfurações, sem sangramento, andando e sorrindo.

Facada Fake da Globo: Bolsonaro chegando ao hospital: Sem cortes, sem perfurações, sem sangramento, andando e sorrindo.Um dia após Bolsonaro reunir com herdeiros da Globo, a emissora o vitimiza e faz maior drama para cair a rejeição, porém é desmentida, horas depois é visto chegando ao hospital: Sem cortes, sem perfurações, sem sangramento, andando e sorrindo. VEJAM o Vìdeo
Veja Também o fakenews da Globo e a Bolinha de papel de José Serra em 2010

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Bolsonaro se reúne com herdeiro da Globo

Bolsonaro se reúne com herdeiro da Globo
 
Jornal GGN - Jair Bolsonaro se reuniu nesta terça (4), por uma hora e meia, com o herdeiro do Grupo Globo João Roberto Marinho, informou a coluna Radar. O encontro teria sido intermediado pelo economista Paulo Guedes, que cuida do programa de governo na área econômica do candidato do PSL. Guedes teria se atrasado, colocando Bolsonaro numa situação de "desconforto" e, "para quebrar o gelo”, Marinho mostrou uma coleção de fotos antigas do pai, Roberto Marinho, fundador da TV Globo.
 
O encontro entre Bolsonaro e representante da TV Globo acontece uma semana após o Jornal Nacional promover uma série de entrevistas com os 4 principais candidatos à Presidência em 2018 - com exceção de Lula, que está preso em Curitiba em função da Lava Jato.
 
Em sua participação no JN, assim como fez também em sabatina na GloboNews, Bolsonaro colocou os apresentadores em saia justa, afirmando que a Globo apoiou o golpe militar de 1964 em editorial. Nas duas oportunidades, as emissoras tiveram de publicar uma resposta ao telespectador, afirmando que a família Marinho voltou atrás e usou o jornal O Globo para admitir o erro em apoiar o golpe.
 
Bolsonaro também disse no JN que a emissora recebe "bilhões de reais" em recursos do governo, por meio de publicidade oficial. 
 
Segundo o portal Independente, Guedes e Marinho têm um elo em comum: são parte do Instituto Millenium, um think tank favorável ao liberalismo econômico atuante no Brasil. Guedes seria fundador e Marinho, "mantenedor".