terça-feira, 11 de agosto de 2020

Jornal Nacional cria fake news para comparar gastos de servidores com Saúde e Educação Servidores boicotem essa emissora lixo e seus anunciantes

 Reportagem foi produzida com dados do Instituto Millenium, think tank neoliberal cujo um dos fundadores é o atual ministro da Economia Paulo Guedes

Jornal Nacional cria fake news para comparar gastos de servidores com Saúde e Educação Reportagem foi produzida com dados do Instituto Millenium, think tank neoliberal cujo um dos fundadores é o atual ministro da Economia Paulo Guedes


O Jornal Nacional, da TV Globo, exibiu uma reportagem na noite desta segunda-feira (10) para criticar os gastos do país com o funcionalismo público. Para tanto, o jornal criou uma “fake news” e comparou os gastos do governo federal com salários de servidores com o que é investido em Saúde e Educação como um todo no Brasil.

A reportagem apresenta um gráfico que aponta que, em 2019, 13,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país foi utilizado para pagar salários dos funcionários públicos. Ao lado, para efeito de comparação, um outro gráfico é apresentado com o dado de que 6% foi investido em Educação e 3,9% em Saúde.

s dados utilizados pelo jornal são do Instituto Millennial, think tank neoliberal cujo um dos fundadores é o atual ministro da Economia, Paulo Guedes. A ligação de Guedes com o instituto consta no próprio portal do governo federal.

Na mesma reportagem, o jornal também defende a reforma administrativa e diz que o texto está “parado” por decisão do presidente Jair Bolsonaro.

A jornalista e professora Maíra Kubík destacou nas redes sociais que a comparação realizada pelo Jornal Nacional é desonesta, pois não é possível contrapor salários de servidores com gastos com Saúde e Educação. “Como se fosse possível ter aula sem professores/as e hospitais sem médicos/as, enfermeiras, etc”, ironiza.

Confira:


Ra revista Forum

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Globo na Vaza Jato? Glenn: temos muito mais Vaza Jato, incluindo o papel de parceria da mídia com Moro e procuradores

"Temos muito mais #VazaJato para relatar, incluindo - mas não apenas - como 2 veículos da mídia em particular renunciaram seu papel de jornalistas e atuaram como parceiros de Moro e LJ", afirmou o jornalista Glenn Greenwald. Segundo ele, a Globo lucra "com os frutos dos crimes dessas autoridades"
Globo na Vaza Jato? Glenn: temos muito mais Vaza Jato, incluindo o papel de parceria da mídia com Moro e procuradores
247 - O jornalista Glenn Greenwald alertou para novas revelações mais graves do site Intercept Brasil sobre as irregularidades da Operação Lava Jato.
"Para aqueles que perguntam: sim, exatamente por causa desses abusos, temos muito mais #VazaJato para relatar, incluindo - mas não apenas - como 2 veículos da mídia em particular renunciaram seu papel de jornalistas e atuaram como parceiros de Moro e LJ", escreveu o jornalista Twitter ao destacar a entrevista do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes ao programa Roda Viva, concedida nesta segunda-feira (7).
"Talvez este seja o ponto mais importante que Gilmar enfatizou: MPF, PF e LJ estão se afogando em corrupção e crime, especificamente vazamentos ilegais e selectivas de investigações sigilos para destruir reputações, que nunca são investigadas. Quem reside acima da lei são eles", disse.
De acordo com o jornalista, a Lava Jato e a Polícia Federal "cometem crimes sistematicamente com vazamentos criminosos: muitos para a Globo/Jornal Nacional, que lucram com os frutos dos crimes dessas autoridades". "E esses vazamentos criminosos - ao contrário dos 'hackers' - *nunca* são investigados", complementou.
Ao citar a entrevista do ministro, Greenwald reforça que "Gilmar explica o papel tóxico e destrutivo da grande mídia em se recusar a ser minimamente crítico da LJ - ao contrário, atuando como parceiro de forma inapropriada e criando 'falsos heróis', algo que os jornalistas honestos (na Folha e Veja por exemplo) agora reconhecem".
"Aqui Gilmar explica como a LJ e MPF estavam atacando, de maneira corrupta e criminal, outras instituições, incluindo o uso de vazamentos criminosos, com a mídia como parceira, que nunca foram investigadas. Por que não?", complementou.
O jornalista norte-americano também reproduziu uma declaração de Gilmar.  "Não se combate crime cometendo crime. Se não ouvisse The Intercept, provavelmente daqui a pouco, nós teriamos pessoas vendendo operações - fazendo coisas que estão fazendo, como, por exemplo, forçando as pessoas a comprarem palestras. Isso não é republicano", disse o ministro na entrevista.

TELEJORNAL DA RECORD PERDE 32% DE IBOPE E TEM PIOR RESULTADO DESDE 2010

TELEJORNAL DA RECORD PERDE 32% DE IBOPE E TEM PIOR RESULTADO DESDE 2010 Carla Cecato e Roberta Piza na bancada do “Fala Brasil”; Cecato deixou o jornal para cuidar da saúde Imagem: Antonio Chahestian/ Record TV
Carla Cecato e Roberta Piza na bancada do “Fala Brasil”; Cecato deixou o jornal para cuidar da saúde
Imagem: Antonio Chahestian/ Record TV

“Fala Brasil”, telejornal matutino da Record, está afundando em audiência.
Ele está com 4,8 pontos de média na Grande São Paulo, atrás do SBT, que marcou 5,5 pontos. No ano de 2010 o telejornal registrou média de 7,1 pontos. Em 2011, 6,90 pontos. Na comparação com este ano é uma significativa queda de 32%.
. Cada ponto em SP vale por cerca de 73 mil domicílios sintonizados.
O telejornal já foi um dos principais da casa.
Informação de Ricardo Feltrin no UOL. via DCM

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Globo está rachando, teve MEIO BILHÃO de prejuízo em 2018, será engolida por Netflix e Amazon

Record,diário oficial do governo, foi o canal que mais perdeu audiência em setembro

Mesmo com a reta final do Dancing Brasil, a liderança do Balanço Geral e as estreias do novo Jornal da Record, de A Fazenda 2019 e do Canta Comigo, de Gugu Liberato, a Record foi a que mais perdeu audiência entre as grandes do país em setembro. 
Record Record,diário oficial do governo, foi o canal que mais perdeu audiência em setembro recopia
A Record apareceu em terceiro na região da Grande São Paulo, com 5,0 pontos. Cada ponto representa 73 mil domicílios.
O número representa mais um ponto negativo para a emissora de Edir Macedo, que busca retomar a posição de vice-líder no país e em São Paulo, região mais cobiçada pelo mercado publicitário.
DO RD1

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

URGENTE: Trabalhadores contrários à reforma da previdência vão à Justiça contra Globo, Record, SBT e Band



Bancários do Paraná foram à Justiça contra a propaganda enganosa que emissoras de televisão estão fazendo em favor da reforma da previdência em troca de milhões em verbas publicitárias pagas com dinheiro público. As ações questionam falta de imparcialidade na cobertura da Globo, Record, SBT e Band.
URGENTE: Trabalhadores contrários à reforma da previdência vão à Justiça contra Globo, Record, SBT e Band
O distinto leitor sabe que as TVs brasileiras são públicas e funcionam por meio de concessão da União. Um dos dispositivos constitucionais para seu regular funcionamento é o cumprimento da função social dos meios de comunicação social. No caso da reforma da previdência, a velha mídia faz um desserviço para atender aos interesses econômicos de bancos privados.
Se não houver equilíbrio na cobertura jornalística da reforma da previdência, os trabalhadores adiantam que pedirão a revogação da concessão do sinal das TVs (Lei Nº 4.117/1962 e Decreto nº 52.795/1963).
A seguir, leia o comunicado da FETEC-PR:
A Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná (FETEC-CUT-PR), junto aos Sindicatos dos Bancários de Apucarana e de Umuarama, e ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de São José dos Pinhais (Sinsep), protocolou, em julho e em setembro, quatro Ações Civis Públicas na Justiça Federal do Paraná contra as afiliadas das emissoras Band, Globo, Record e SBT questionando as abordagens favoráveis à Reforma da Previdência nos telejornais.
As entidades solicitaram acesso a uma listagem de matérias veiculadas sobre a Reforma da Previdência, registrando tempo de transmissão e quais partes foram ouvidas, na intenção de observar participação igualitária pró e a favor. Pleitearam, ainda, que a União fosse acionada para explicar procedimentos de agência reguladora, entendendo as televisões como concessão pública e o direito da população à informação.

Bolsonaro libera R$ 7.200.000.00 para canais da Band e do SBT,mas quer cortar aposentadoria do povo



A Ancine (Agência Nacional do Cinema) liberou R$ 40,8 milhões de verbas públicas para produção e distribuição de TV e VoD (video on demand). Desse total, R$ 7,2 milhões irão para os canais pagos da Band e para a TV Aratu, afiliada do SBT. Outros R$ 14 milhões irão para outros canais fechados, e 19,7 milhões ficarão com produtoras independentes. O critério da Ancine foi o histórico de desempenho comercial das empresas.
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Imagem Canal credito galãs feios

Oito “empresas de programação” receberão os recursos: Canal Brasil (R$ 6,6 milhões), Newco (programadora de canais da Band na TV paga, com R$ 5,4 milhões); Canal Curta! (R$ 2,2 milhões), CinebrasilTV (R$ 2,1 milhões), TV Aratu (R$ 1,8 milhão), PlayTV (R$ 1,1 milhão), Woohoo (R$ 1 milhão) e canais Box Brazil (R$ 540 mil).
Entre as 37 produtoras que terão recursos liberados, estão a Gullane, com R$ 1,7 milhão; Conspiração, com R$ 1,6 milhão; e a Moonshot, que receberá R$ 800 mil. A divulgação dos beneficiários dos recursos, que estava prevista no cronograma da agência, ocorre no mesmo momento em que há uma mudança na presidência da Ancine (leia mais abaixo).

A lista das empresas que atingiram os pontos necessários exigidos pela agência foi publicada no Diário Oficial da União de ontem (2).
Nem todas as produtoras que pleitearam recursos em 2018 atingiram a pontuação necessária para o fundo. Entre elas, estão a Boutique (que realizou a série 3% para a Netflix), a Prodigo (de Coisa Mais Linda, também da Netflix), e outras grandes do mercado, como a Bossa Nova e a Radar. A Pindorama, de Reginá Casé, também não obteve pontuação para receber recursos.
Apesar das recentes reclamações do presidente Jair Bolsonaro sobre a utilização de recursos públicos em produções com temáticas sobre sexo e discussões de gênero, o conteúdo não foi analisado como critério de pontuação desse edital.
A Ancine detalha que os recursos públicos são destinados para empresas de acordo com o desempenho e práticas comerciais em TV aberta, TV fechada e VoD. A cada etapa da liberação dos recursos, as produtoras e canais que recebem o dinheiro fazem prestação de contas.
Os recursos são do FSA (Fundo Setorial Audiovisual) e do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). O FSA é formado pela arrecadação da Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) e do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). Os recursos liberados ficarão disponíveis por até dois anos para serem investidos em produções.

Ancine sob nova direção

Com o afastamento de Christian de Castro Oliveira por decreto presidencial na ultima sexta-feira (30), quem assumiu a presidência da Ancine foi Alex Braga Muniz. Ele é integrante da diretoria colegiada da agência e é o primeiro nome em caso de substituição. O afastamento de Oliveira se deu em cumprimento de decisão da 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, onde corre processo contra ele movido pelo MPF (Ministério Público Federal).
Além do ex-presidente da Ancine, mais quatro servidores públicos são réus no processo e tiveram seus afastamentos publicados na edição da quinta-feira (29) do Diário Oficial, em despacho assinado pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra.
Christian de Castro Oliveira assumiu a presidência da Ancine em 2017, com mandato até 2021. Ele foi indicado pelo ex-ministro da Cultura do governo Michel Temer, Sérgio Sá Leitão, atual secretário da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e também réu no mesmo processo.
A Justiça, no entanto, não pediu o afastamento de Sá Leitão porque o processo (que cita crimes de quebra de prevaricação, calúnia, injúria e difamação, entre outros), não tem relação com o cargo atualmente exercido por ele.
Em nota à imprensa, o Ministério da Cidadania disse que o processo criminal contra o ex-diretor presidente e os servidores da Ancine corre em segredo de Justiça e “que demandará esforços para que a Agência possa atender o setor com normalidade”.